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ESTUDO DE CASO

Page history last edited by Elisângela Martins Rodrigues 2 years, 10 months ago

Unidade 3 - Serviços de Atendimento Educacional Especializado

Parte B)  ESTUDO DE CASO

 

 

A criança escolhida para observação e estudo é aluno do 1º ano do ensino fundamental. O chamarei de “R” de 7 anos, este aluno foi meu aluno no ano passado em 2008. É o mesmo que cito nas primeiras atividades deste wiki.

O fato de ele ser uma criança hiperativa e apresentar problemas de comportamento e aprendizagem chamaram a atenção e despertou certo interesse para eu estudar o caso. Quando o colégio recebeu este aluno não tinha a menor noção de que ele era hiperativo. Comecei a observá-lo na medida em que sua agressividade excessiva ia desencadeando sérios problemas na sala de aula e na hora do recreio. Na época ele foi matriculado no 1º ano e começamos a perceber que havia algo de diferente nele, porque era muito agitado, agressivo e não compreendia o que lhe falavam. Demonstrava não assimilar o que lhe diziam, estava sempre tentando chamar a atenção, não conseguia completar nenhuma atividade porque estava sempre batendo o colega da frente ou de trás, andando pelos corredores, era um muito agressivo com os colegas e professores. Apresentava-se como uma criança bastante nervosa e estava sempre atrapalhando a aula, o que fazia com que não realizasse nenhuma atividade cognitiva ou lúdica. Ao passar todos esses acontecimentos para a equipe pedagógica da escola, percebeu-se que ele era sempre assim e hiperativo, que seu problema maior estava em não conseguir ficar quieto e prestar atenção. A equipe chamou sua família e a mãe o levou ao médico para fazer os exames e detectar a hiperatividade. Esta realizou a avaliação e o diagnóstico médico foi de Hiperatividade Profunda e Retardo neuropsicomotor. A mãe o achava agitado e sempre sofreu para discipliná-lo, mas, não tinha noção da gravidade do diagnóstico. Ela acatou o parecer médico e iniciou um processo de restabelecimento da estrutura familiar em função da criança. Pediu demissão em seu trabalho, pois, já não conseguia mais dar conta dos compromissos em função do filho. Depois do diagnóstico médico ele começou o tratamento com medicamento e acompanhamento com psicóloga e psiquiatra e maior atenção da família que passou a compreender o motivo do comportamento diferente que apresentava. Depois de um ano de tratamento observou-se nitidamente a diferença em seu comportamento (pena que não sou sua professora agora para experienciar esta fase junto com ele). Ele se tornou uma criança mais calma e prestativa, porém ainda não aprende nada na escola e seu desenvolvimento cognitivo não apresenta resultados progressivos e positivos. O seu relacionamento com os colegas melhorou muito. Para comprovar este estudo realizou-se uma pesquisa com as professoras do referido aluno, com a família e com o próprio aluno. A pesquisa foi feita em forma de entrevista com questões abertas. Foram entrevistadas duas professoras que trabalham com ele desde a sua chegada no colégio. O questionário para os professores tem 5 questões. O questionário direcionado à mãe tem 8 perguntas e o questionário direcionado ao aluno tem 7 questões. A técnica utilizada foi a entrevista em que eu ia anotando as respostas imediatamente no formulário.

 

 

 

ENTREVISTA COM A PRIMEIRA PROFESSORA, NO CASO EU MESMA:

 

 

 

 1: Qual o comportamento apresentado por este aluno em sala de aula? Era bastante agitado, quando fazia algum tipo de brincadeira não pensava na conseqüência que a mesma poderia causar. Estava sempre falando (fala compulsivamente) alto e querendo chamar a atenção e ele não obedecia às regras, parecia até não ter estes conceitos. Ele era imprevisível, não ficava quieto, provocava os colegas, falava alto, fazia careta, dançava, apresentava dificuldade de ficar parado, não conseguia se concentrar. Mostrava-se totalmente alheio ao que estava sendo ensinado, não mostrava interesse, não participava das explicações, não tinha idéia de valorização do conhecimento. Gostava muito de conversar e fazer brincadeiras “sem graça”.

 

 2: Qual a dificuldade encontrada no trabalho com este aluno? Chamar a atenção do aluno, fazer com que ele se sentasse e prestasse atenção na explicação, em socializar ele com a turma. Não sabia se devia ser rígida, tentando impedir que ele se comportasse da maneira descrita acima ou se esse comportamento era involuntário.

 

3: Como era o relacionamento do aluno com os colegas e dos colegas com ele?

Existia certa rejeição por parte de seus colegas, pois ele sempre faltava com respeito com seus amigos, por isto, eles sempre se afastavam. Parecia que nem tinha o conceito de amizade. Os colegas na maioria das vezes o tratavam como “o diferente”, eles o incentivavam a fazer coisas estranhas para ficarem rindo. Nas atividades em grupo ele sempre era excluído pelos colegas. Ele tentava se aproximar, porém as brincadeiras que fazia acabavam afastando os colegas dele. Havia um pouco de preconceito dos outros com relação a ele.

 

4: Você se sentia preparado(a) para trabalhar com alunos hiperativos? Justifique:

Não, porque não tinha um conhecimento aprofundado sobre o problema. A estratégia utilizada era a lei do erro e do acerto, aquilo que dava certo era sempre utilizado, aquilo que não deu certo não usava mais como recurso.  Para mim era difícil perceber quando ele não conseguia se controlar ou quando ele estava se aproveitando. Tinha a impressão que ele sempre estava procurando chamar a atenção. Acho que tinha esse comportamento porque não fui preparada para trabalhar com alunos com esse problema. Pois são alunos que precisam ser trabalhados de maneira diferente e eu quando estudei, ou em cursos feitos não obtive muitas instruções sobre o assunto.

 

 5: No seu ponto de vista houve melhora do aluno após o tratamento?

Ele está mais calmo, agora já senta junto com os outros colegas, espera sua vez para realizar as atividades e o relacionamento com seus colegas melhorou. Sim, ele melhorou bastante, seu comportamento era muitas vezes violento agressivo e hoje isso diminui bastante segundo a atual professora e minhas observações no ambiente escolar.

 

 

 

ENTREVISTA COM A MÃE DO ALUNO

PORTADOR DE TDAH

 

1 - Quando descobriu que seu filho era hiperativo?

R: Foi na escola, quando ele entrou no 1º ano, foi a professora que me alertou deste transtorno e me pediu para ir ao médico e começamos a perceber mais nele este problema.

 

2 - De que forma isso aconteceu?

R:  Na escola eles tinham uma outra visão sobre seu comportamento, eles sabiam que ele era uma criança difícil de lidar, nervosa que vivia se estressando, discutindo e brigando facilmente, era outro tipo de observação feita dele.

 

3 - Como foi à infância de seu filho?

R: Sua infância foi normal. Porém sua gestação foi conturbada. Ele é filho biológico de minha irmã. Quando ele tinha 2 anos ela o abandonou em minha casa por que eu sou a madrinha dele, desde então tenho-o criado como meu filho. Ele chama a mim de mãe.

 

4 - A partir de que momento seu filho começou a apresentar problemas na escola?

R: Quando ele entrou já no primeiro ano, ele estava com 5 anos e ia completar seis anos. Foi quando começou sua transformação, começamos a observar a hiperatividade dele, o transtorno, e um comportamento mais agressivo,  foi intensificando as agressões como brigas, socos, brincadeiras estúpidas e foi aí que começamos a observar mais.

 

5 - Quais eram os problemas mais freqüentes apresentados na escola?

R: Agora com o acompanhamento do neuro ele está melhor, antes ele não aceitava ouvir um “não”, ele já emburrava, gritava, esperneava, para ele limite não existe. E o

neuro orientou a dar limite para ele, principalmente por ele ser uma criança hiperativa.

 

 

6 - Quais as dificuldades que você encontrou em relação ao convívio de seu filho na família, na escola e na sociedade?

R: Todas. A psicóloga tem uma maneira de pensar, a mãe tem uma psicologia diferente que vai mais pelo lado mãe de educar, de repreender quando precisa, e um tapinha, uma chinelada de vez em quando não faz mal, mas dentro da psicologia isso não pode, tem que conversar, falar, conversar, falar... , e nem sempre temos essa paciência. Ficar toda hora falando e repetindo a mesma coisa chega uma hora que não dá, nem sempre dá certo. Eu trabalhava o dia inteiro e chegava a noite, ficar repetindo todo dia a mesma coisa não funcionava.

 

7 - Qual tratamento é realizado com seu filho?

R: Eu levo ele no neurologista e neuropediatra , o medicamento que ele toma está sendo tomado direitinho, porque a ritalina é uma substância que falta no cérebro dele para que ele possa ter essa atenção, por isso que ele tem o transtorno de déficit de atenção, e é justamente isto que falta e é o remédio que completa isso.

 

8 - E hoje como está seu filho?

R: Dentro do relatório da professora do colégio onde estuda juntamente com o da psicóloga, ele está melhorando bastante, sempre nos reunimos para conversar sobre seu comportamento e aprendizagem e hoje ele está bem mais concentrado, porque antes a sua desatenção era total dentro da sala de aula e agora ele está produzindo, ele presta mais atenção, a professora não precisa ficar chamando tanto a sua atenção. Eu estou sempre em contato com a escola e a escola comigo, para que eu possa acompanhar seu comportamento e aproveitamento em sala de aula e poder corrigir algumas falhas, mas eu não tenho tido reclamação.

 

 

 

 

ENTREVISTA COM A ATUAL PROFESSORA:

 

  1: Qual o comportamento apresentado por este aluno em sala de aula?

Antes de assumir a turma fui informada que teria três alunos de inclusão, um deles o “R”. A princípio fiquei muito assustada porque as informações que tive de seu comportamento no ano anterior eram bem preocupantes. O “R” era bastante agressivo etc. e tal. No entanto acredito que pelo uso de medicamentos, ele está tomando três comprimidos de ritalina por dia mais um outro calmante para poder dormir, ele vem apresentando um comportamento menos agressivo. Não há registros, praticamente de conflitos com os coleguinhas envolvendo o “R”. Ele agora estabelece relações de amizades, me ouve quando eu olho bem firme para ele e sempre deforma meiga, se demonstrar uma postura em que ele interpreta como agressiva maneira de falar ou reações bruscas de atitude, ele fica descontrolado, aí ninguém consegue fazê-lo compreender o que se diz.

 2: Qual a dificuldade encontrada no trabalho com este aluno? Chamar a atenção do aluno,

 A chamada de atenção é quase que física, se faz necessário encostar com gentileza em seu braço ou pegá-lo na mão para fazê-lo responder a uma chamada de atenção. No desenvolver das atividades propostas ele não consegue desempenhar nenhum trabalho seja cognitivo ou lúdico até o fim, sempre as coisas ficam inacabadas. Na verdade ele não compreende nenhuma atividade cognitiva em sala de aula pelo retardo neoropsicomotor. Uma coisa que observei que ele evoluiu é o reconhecimento do nome. No ano passado ele não demonstrava nenhuma reação ou relação com o cognitivo, nem seu nome nem traços gráficos algum. Eram resultados de ações inconscientes, primitiva e impulsiva, única e exclusivamente mecânica. Riscava as folhas porque via as outras crianças “riscando o papel”. Nas brincadeiras lúdicas ele não brinca e sim reage às ações dos colegas sem compreender e conceber a brincadeira em si. Por ex. corre porque os outros estão correndo, mas, não brinca de pega-pega.

3: Como era o relacionamento do aluno com os colegas e dos colegas com ele?

Tem muito carinho por todos, quer beijá-los a todo o momento. Bate e beija em seguida quase que ao mesmo tempo. Sabe que faz algo que não está certo quando agride, mas não consegue evitar. As crianças, os coleguinhas brincam com ele como brincando com uma criança que ainda não tem idade para compreender as brincadeiras ou que ainda não sabe como se portar num grupo, com regras de convivência e de relacionamento. Como se estivessem brincando com um irmãozinho bem mais novo, lhe explicam repetitivamente regras e o que ele pode fazer e o que ele não pode fazer porque é “errado”. Ele parece um bichinho correndo aqui e ali sem parada, nunca para. Quando para é porque está com medo de algo. Ele tem medos, medo de palhaço, medo de barulho, medo de muita gente num mesmo lugar, medo do escuro, medo de ficar em lugares fechados, medos de bichos da natureza, borboletas, chuva, vento, quase tudo. Estes medos o deixam bastante inquieto, agitado e agressivo.

 

4: Você se sentia preparado(a) para trabalhar com alunos hiperativos? Justifique:

Não, de forma alguma, vou fazendo o que posso com muita paciência. Quando perco paciência me afasto porque sei que as crianças não tem culpa de nada e só precisam de pessoas que tenham capacitação para trabalhar com elas. Quem tem formação consegue, então, é possível.

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 5: No seu ponto de vista houve melhora do aluno após o tratamento?

Com certeza que sim, ouvi os relatos da professora do ano passado e é muito visível a mudança do “R”. Algumas mudanças bem práticas diferenciam a rotina dele neste ano do ano passado. A mãe dele parou de trabalhar para ficar acompanhando ele enquanto ele não está na aula. Ela está mais calma e isso refletiu no comportamento dele. O recreio da turma tem sido em horário diferente das demais turmas da escola, isso facilita, ele não fica tão agitado. Como tenho outras crianças de inclusão na turma ele não se sente O DIFERENTE. Percebe que os outros me dão bastante trabalho e aí ele não é o centro das minhas atenções estressantes. Acredito que por ele estar tomando ritalina há um ano, isto já tem efeito positivo no seu comportamento enquanto no ano passado foi um ano bem tumultuado para ele onde tudo estava sendo estudado, testado e em período de observação.

 

ENTREVISTA COM O ALUNO PORTADOR DE TDAH

 

1 - Você tem consciência que você é uma criança hiperativa? O que significa isso para você? Como você se sente?

R:Sim, minha mãe me disse. (2ª pergunta não respondeu parece não entender a pergunta)

OBS: Perguntei o que é uma criança hiperativa e novamente fiquei sem respostas.

OBS: O mesmo para a 3ª pergunta.

2 - Você tem amigos? Quantos?

R:Sim. (Quanto ao número não parece conceber o significado de quantidade, não responde quantos porque não sabe que quer dizer um número relativo). Só sabe que tem amigos.

3- Como é o relacionamento (como vocês são amigos, como vocês brincam, como é quando estão brincando) seu com seus colegas?

R:É legal.

4- Você gosta da escola? Gosta de estudar? Por que?

Sim. Porque aqui tenho meus amigos e a professora.

5 - Como seria a escola ideal para você?(Como a escola deve ser para ficar bem legal)

OBS: Não respondeu, me representou não entender, como se a escola não precisasse ser mais legal, como se não tem a concepção de algo ser melhor ou pior e sim reagir ao que se é.

6 - Como é o relacionamento na sua casa? (Como é lá na tua casa com o papai e a mamãe?) OBS: Sem respostas.

Reformulei: Você gosta da tua casa?

R: Sim.

Você gosta de quando está com a mamãe e com o papai?

R: Sim

7- Como você gostaria de ser tratado? Como você quer que as pessoas sejam quando estão com você?

Que sejam legal.

O que é legal?

R: Brincar, não brigar, passear.

SÍNTESE DO DIAGNÓSTICO MÉDICO:

 

Clínica Millenárium (Gravataí).

Data: 24/09/07

Tipo de exame: Sono Natural

idade: 5 anos e 6 meses.

CONCLUSÃO: Foco rolândico bilateral, demoderada a severa intensidade, sobre uma atividade de base organizada.

 

 

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Unidade 6 - Deficiência Mental

Nestes quase dois anos de observação e interesse no desenvolvimento de “R”, pude ver o crescimento e amadurecimento no relacionamento com todos os colegas, professores, funcionários e pessoas que ele mesmo nem conhece. O “R” passa quase que despercebido por todos. Professores e colegas novos nem notam sua presença, apenas os que o conheceram em crise no ano passado é que ficam analisando vendo a diferença de seu comportamento. No refeitório na hora do lanche a gente tem que procurá-lo para saber onde ele está, no ano passado ele virava o refeitório “de pernas para o ar” e todos sabiam onde estava o “R”, tamanha a sua hiperatividade. Hoje em dia ele dialoga, conversa, pede as coisas, responde enquanto que no ano passado apenas berrava, chorava e agredia.

Em relação a aprendizagem as informações que a professora me passou através da entrevista que realisei com ela é que ela não observa desenvolvimento de aprendizagem cognitiva. Tudo o que ela trabalhou de conteúdos em relação à alfabetização ele aparentemente não demonstra ter adquirido qualquer conhecimento. Parece que as letras não fazem nenhum nexo a ele, ele nem mesmo diferencia letras de números. O que ele aparentemente apresenta é uma melhora na postura em sala de aula. Ele sabe a hora de fazer atividades, distingue e aceita a hora da pracinha, recreio, lanche etc.

 Em relação aos movimentos para a inclusão da escola (avaliação, acessibilidade, adaptações curriculares serviços de apoio); O que tenho observado é que foram feitos alguns ajustes em função de “R”: A professora titular conta com a ajuda de uma auxiliar na hora do lanche e de atividades em que requerem uma atenção maior. O recreio da turma é em horário diferente das demais turmas da escola; A turminha tem horário reduzido de aula, saindo mais cedo, meia hora antes das demais turmas. Explica-se a redução por que a professora fica com eles na hora do recreio e em tempo integral e sendo assim não tumultua a entrega das crianças aos pais no portão da escola. Estes movimentos todos tornaram a rotina de “R” na escola mais tranqüila.

A família tem acompanhado todo o processo inclusive a mãe optou em não trabalhar fora em função d “R”. Família e escola refletem juntas em todas as decisões a serem tomadas. E, ele faz consultas ao médico periodicamente para avaliação constante.

 

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Comments (2)

Janaína Siviero Ribeiro said

at 10:06 pm on Jun 10, 2009

Olá, ElisÂngela!

Teu estudo de caso está muito bem organizado e contém informações bem importantes para que se possa imaginar o aluno. Até o momento conseguiste atender o que foi solicitado. Fico no aguardo da entrevista com o aluno e com a atual professora. Juntameente com essas informações podes informar como é o relacionamento do aluno com os colegas e como os colegas lidam com o R.

Um abraço,

Janaína

Janaína Siviero Ribeiro said

at 11:44 pm on Jun 21, 2009

OLá, Elisângela!

Fico no aguardo da complementação do teu estudo de caso (unidade 6). Avisa por e-mail quando postares.

Um beijo,

Janaína

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